Cada vez estou mais fascinado com Lagos. E se calha estar 24 horas sem vento, o que deve ser um acontecimento raro, isto torna-se um espanto!
As ruas do casco antigo transformadas em picadeiro, tal como em Espanha, estrangeiros por todo o lado, principalmente nórdicos e ainda não tive razão de queixa de nenhum restaurante, onde tenho todos os dias comido o meu peixinho.
Este foi o meu primeiro dia sem amigos. Não é que eles não andem por aí, mas resolvi descansar.
A previsão era, contra o habitual, de muito pouco vento, pelo que decidi ir andar cedo - às 10h40 larguei.
Frente a Alvor, a previsão concretizou-se. Vento nulo, mar de azeite, Velox sem velas, pelo que aproveitei para o meu primeiro banho deste ano ao largo, com água a 18,3º C e com 20 m dela por baixo.
Depois lá veio uma brisa, que aproveitei para me fazer chegar frente à praia do Vau, onde ancorei.
Almoço a bordo preparado na hora e que, devido à preguiça, se saldou por um esparguete daqueles coloridos, uma omeleta, uma maçã e um cubo de marmelada de Escarigo, tudo acompanhado por um branquinho fresquinho da Casa de Santar.
E então foi a sesta, até às 16h40!
O regresso teve que ser a motor.
São mordomias destas que eu adoro partilhar com os meus amigos.
As ruas do casco antigo transformadas em picadeiro, tal como em Espanha, estrangeiros por todo o lado, principalmente nórdicos e ainda não tive razão de queixa de nenhum restaurante, onde tenho todos os dias comido o meu peixinho.
Este foi o meu primeiro dia sem amigos. Não é que eles não andem por aí, mas resolvi descansar.
A previsão era, contra o habitual, de muito pouco vento, pelo que decidi ir andar cedo - às 10h40 larguei.
Frente a Alvor, a previsão concretizou-se. Vento nulo, mar de azeite, Velox sem velas, pelo que aproveitei para o meu primeiro banho deste ano ao largo, com água a 18,3º C e com 20 m dela por baixo.
Depois lá veio uma brisa, que aproveitei para me fazer chegar frente à praia do Vau, onde ancorei.
Almoço a bordo preparado na hora e que, devido à preguiça, se saldou por um esparguete daqueles coloridos, uma omeleta, uma maçã e um cubo de marmelada de Escarigo, tudo acompanhado por um branquinho fresquinho da Casa de Santar.
E então foi a sesta, até às 16h40!
O regresso teve que ser a motor.
São mordomias destas que eu adoro partilhar com os meus amigos.




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